sábado, 28 de abril de 2012
Espiritualidade do Catequista
Jesus exige de cada um de nós um seguimento radical, ou seja, agir como ele agiu. Cristo quis, e ainda quer, que todos possam viver como filhas e filhos de Deus, felizes, com dignidade, em harmonia entre si, com a natureza e com o Pai.
Somos convidados a anunciar o ano da Graça do Senhor, assim como faz Jesus: O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me consagrou com a unção, para anunciar a Boa Notícia aos pobres; enviou-me para proclamar a libertação aos presos e aos cegos a recuperação da vista; para libertar os oprimidos e para proclamar um ano de graça do Senhor. (Lc 4, 18-19)
Essa é a missão de Jesus, inspirado no profeta Isaías (Is 61, 1s), e ele só a inicia porque está cheio do Espírito, é o Espírito que o impulsiona a proclamar o amor do Pai e libertar os cativos e aflitos de coração (Is 61, 1b). é interessante notar que Jesus não está sozinho, ou não age só é o espírito de Deus que está com ele orientando sua missão.
Assim também o catequista não está só, ele só é catequista a partir do momento em que vivencia sua experiência do Espírito do Senhor (através da sua espiritualidade) em comunidade, com os demais catequistas e com todo o povo ao qual é chamado a transformar.
Sem exercer sua espiritualidade o catequista deixa de lado uma das colunas que sustentam sua vocação, que é a oração em comunidade, em comunhão com o estudo e a ação. Pois só assim ele estará comprometidos com as exigências do reino para a transformação da sociedade pra uma convivência mais justa, fraterna e solidária.
A espiritualidade do catequista está pautada nos seguintes princípios, de acordo com o documento Catequese Renovada (CR 93):
O conhecimento da Palavra de Deus;
A celebração da fé nos sacramentos;
E a confissão da fé na vida cotidiana.
E cultivar a espiritualidade significa Ter ardor no serviço de Deus, realizando com coragem, com coração e com alegria o compromisso apostólico no seu dia-a-dia com suas frustrações, riscos cansaços e alegrias.
O catequista deve rezar sua realidade, com tudo que lhe é peculiar, deve ver sua realidade de maneira abrangente, pois só assim liberta-se de seus medos e coloca-se a serviço da comunidade, que por sua vez o apoia.
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